Quero um pouco de sal…

Piso na areia e sinto pelos ventos da tarde

Que estou perdido, ou que não encontrei uma razão de oceanar por ti!

 

Somos uma equação prestes ser resolvida

Vamos respirar, correr, a areia está quente…

 

O ar que envolve teu cenário litorâneo castiga-me os gestos!

 

É tarde!

O sol se deita no horizonte e cochilam lágrimas de adeus…

 

É tarde!

 

Cortei meus pés nos anseios do castigo de querer-te um dia

Sem razão fui embora

Parei de respirar tua brisa

Escondi-me nas alamedas do esquecimento…

 

Sem querer nos tornamos invernos

Sem querer nos pegamos pecando sem razão

Sem querer afogamo-nos em taças de vinho colonial

 

Numa tarde debruçastes em minhas memórias

E noutro dia acordei como o despertador ao chão!

 

É tarde e minha cabeça quer explodir de tédio

 

Curastes-me na límpida água de teu suor

 

Quebrei meus ossos para te salvar…

 

Morri de vergonha quando adoeci de saudades!

 

Meus olhos ficaram embaçados de martírios

E ousei gritar teu nome pela vizinhança

E eles me disseram que eu estava louca

 

Agora meus órgãos adoecem-me tua ausência

Minha vida ousa — Esse é o meu dilema: amar teus noturnos!

 

O coração começa a se decompor…

O coração com que não entendo porque bate tanto!

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