Doces Estações / Stazioni

…minha garganta está por um fio…
trago muitos cálices(…)

ao meu redor, as sombras cairam…
torturar palavras,
escrever partidas,
remover questões!

As tempestades vasculharam nossos trilhos,
a cada momento,
a cada parada,
um retorno perdido no passado!

As flores não têm mais cores,
nem mais pétalas,
nem mais odores…

Abelhas de um mundo refugiado,
de um mundo amargo nos seus favos…
Não há mais fados,
não há mais cantigas,
somente, açúcares espalhadas nos canaviais!

minha garganta, açucarada de desejos,
fecha-se num canto qualquer
de um campo qualquer…

—o—

il mio collo sulla linea …
bere molti bicchieri (…)

intorno a me, l’ombra cadde …
la tortura parole
Scrivere partite,
rimuovere domande!

Le tempeste perlustrato i nostri sentieri,
ogni momento
ad ogni fermata,
un ritorno perso nel passato!

I fiori non hanno colore
o petali di più,
nessun odore di più …

Api un rifugiato mondo
un mondo di amaro in loro pettine …
Non vi è alcun fado
(No More Songs),
solo, si sviluppa su i campi di canna da zucchero!

la gola, i desideri zuccherato,
Chiude un angolo
di qualsiasi campo …

Uma resposta to “Doces Estações / Stazioni”

  1. Senti-me uma brisa com teu poema.

    Seria o conceito de sensibilidade?

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