In Vitrus Dominus

(Photo by Alyasiyyah)

Entendendo quando tu te escondes,
Silencias o próprio silêncio
Silencias a minha própria existência!
Antes acreditava numa oportunidade
Meramente única, não-simbólica…
Acreditava nisso!

Entendia que poderíamos quebrar o silêncio
Mas, caí no teu silêncio…

Entendemos que seria possível…
Como possível?
Ouço tuas letras espalhadas na net,
Volto ao mesmo ponto: Por quê?

Escrevi tantas frases
Sabendo que um dia lerias…

Rimei tua distância
E nunca deixei que a saudade
Culminasse num adeus definitivo!
Elaborei encontros
Todos foram se amarelando

nas gavetas do tempo!!!
Nas frases, o segredo poderia ser revelado…
Ouço distante quando me chamas!
Clamo pelos teus olhares
Ainda que cego por te ver!

Antes as cores excitavam-se nas varandas
Impressionavam-me com tuas formas líricas
Reconstrui teus lábios
Emudecendo-me no mel do teu gostar,
Ditei perfumes campestres em teu corpo
Ousando seqüestrar de todos os jardins
Perfumes de delírios!

Lamentei profundamente não ter te amado antes!
Envelopes por sobre a escrivaninha
Viciferam um talvez melancólico,
Institintivamente te amei sem que tu soubesses!
Suspirei em minha madrugadas,
Silenciei meu travesseiro único!
Obriguei-me a trancar a esperança
Perguntando se eu estava errado!?
Mistificando nos atos a possessividade…
Iríamos contemplar um dia

Os sonhos que temos em separado?


(Abr: 06, 2008)

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