Conjugações: Um Gesto Eterno do Amor! – I

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I – A Escultura de Mulher

Ah! Mulher e musa minha
Que és vida consciente de mulher!
O centro universal das paixões!
Tuas palavras são alimento abençoado e divino!
Surgistes para dar o significado
Aos signos!

A todo instante és refletida
Pelos mais nobres de espírito
Que sonham com tua maneira
De ser e de agir!
E pela vida, vida inteira…
Vão brincando
Vão colhendo dos quintais dos sonhos
As maçãs maduras…
E tu vais te arborizando
Na plenitude do querer!

Chorastes muitas vezes,
Na vigília do pequeno quarto
Com passos responsáveis
De ser única mulher presente!
Com as mãos que cobriam
Os choros sem motivos aparentes!

Os passos desequilibrados
Apoiado por um passo firme…
Senhora que percorre muitas histórias,
Esculpida em minha alma!

No engatilhar de palavras novas
E meus colírios sentimentais
Começam a percorrer minha face…

(Jul: 13, 1999)

Uma resposta to “Conjugações: Um Gesto Eterno do Amor! – I”

  1. Adorei essa homenagem à mulher, num gesto eterno de amor que se prolonga em vários poemas. Destaco aqui “Os passos desequilibrados
    Apoiado por um passo firme…”, conseguindo por isso ficar esculpida na alma do poeta? Emocionante. Abraço pra você, professor.

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