Minhas Verdades

uma revisita à Palavras Sem Sentido

Aos poucos atravesso oceanos líricos

Navego numa história de poesias clássicas
Ouvindo teus chamados de cantares lindos
Sonatas e sonetos num acorde único
São únicos poemas que me trazem lúdico
Aos poucos atravesso infinitas músicas…

Verdades que me dizem de maneiras bárbaras
Denotam a sutiliza de amar em público
Entrego-te um pouco da loucura minha
Reservo-me o direito de andar nas nuvens
Andando nas calçadas sinto teu aroma
Diante do teu mar um grão de areia sou
Entregues-me um pouco deste mar telúrico…

Entregues-me um pouco deste sal homérico…

Aos poucos atravesso os teus planos místicos
Louvando nas palavras meu sentido crítico
Irei nas correntezas a buscar teu vulto!
Negaste-me noturnos, tantas árias deste-me,
Entregues-me um pouco deste corpo sísmico!

Lavando minha alma com tu’alma estética
Inovo meus quereres te amando enfim
Molhando no meu corpo teu olhar em mim
A única verdade seja dita: eu te amo!

(Jan: 22, 2008)

James Taylor – You’ve Got A Friend ’71:

2 Respostas to “Minhas Verdades”

  1. Assim não vale, vc sozinho já é um nobre poeta, unindo-se a Fatima me faz até chorar!!!! Lindos versos….. Bjus

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