Inquietudes

Estavas aqui,
Quando te vi…

Não era tarde
E nem era uma noite!

Parecias preocupada,
Olhares vagos!

Tendenciosa
Em silêncios!

Tão depressa,
Corri…

Um ramalhete,
E cartões!

Esguias rosas
E cartões!

A preocupação
Queria ser o presente!

Nem os outdoors sabiam!
Nem os telegramas suspeitavam…

Continuavas linda,
Mesmo assim!

Os transeuntes esbarravam
Curiosidades por nós…

Uns desatentos, paravam!
Outros, seguiam…

Estávamos ali, lendo livros,
Quando nos vimos!

Não eram apenas manhãs,
Eram dizeres!

Nem mentiras, nem ilusões,
Alguns entendiam sermos apenas sofismas!

Acreditam?
Não temo por isso!

O que não acho preciso,
São teus olhares vagos…!

“As rosas não falam…”
pois as palavras são tuas!

Estamos aqui parados…
Tu me olhas, e eu te aprecio!

Um silêncio de repente!
Cabisbaixo ficamos!

Olhamos nossos pés…
A calçada…

Nenhum dizer!
Nenhuma palavra!

Um monumento à dois,
No meio da praça!!!

Espetáculo?
Para alguns…

Suspense?
Para outros!

Levemente minha mão
Tocou o teu queixo…

Olhaste-me…
Um suspense!

Eu perguntei:
-“O que te preocupas?”

E algumas lágrimas disseram:
-“Em te perder, meu amor! Em te perder!!!”

(Jan: 09, 2008)

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