Apelos Melancólicos de um Andarilho Ateu IV

Telas Desalentas

Tenho saudades de tuas costas macias,
Conhecia tua geografia,
Chantillys, cerejas, martinis,
O que importa sofrer,
Ficar pintado nestes quadros,
Tenta-se,
Briga-se,
Se quero voltar…
Não assim em farrapos,
Mas ciente dos meus passos,
Que equilibrados poderão
Seguir e vícios de andadores,
Pelos corredores estreitos,
Pelas praças reveladoras
Sem guarida!
Sem preservativos!
Numa romaria
Dos desalentos…

(Jan: 04, 2008)

Uma resposta to “Apelos Melancólicos de um Andarilho Ateu IV”

  1. Saudade. O que faz a saudade ao coreção de um poeta.

    Estou amando esta romaria 😉

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