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Viver por Viver?

Postado em Crônicas, Educação em 27 27UTC Março 27UTC 2009 por Prof Gasparetto

Virtudes

Postado em Artes, Crônicas em 27 27UTC Março 27UTC 2009 por Prof Gasparetto

Encontros Marcados

Postado em 00 Livressílabos, Crônicas, Poemas, Poesia em 20 20UTC Outubro 20UTC 2008 por Prof Gasparetto

A felicidades eu já encontrei!
Por todas as idades
eu te vi passar…

o tempo é prematuro, é presunçoso!

Porto seguro eu te fiz!!!

nas linhas que te escrevi,
as formas quais te descrevi,
se transformaram em paginas
de nossa história…

a sinceridade eu já te demonstrei!
Nas tuas vaidades,
só comemorar!

O mais gostoso de tudo isso
é que a amizade tornou-se forte,
e vejo que não mais preciso
buscar em outros nortes o meu rumo!!!

a simplicidade foi quando te beijei:
e nas ruas da cidade
todos ficaram a nos olhar…

o beijo é tão divino
que digo que é sobrenatural…

andei por todos os mares,
pousei em todas as ilhas,
mas de repente, em todos os olhares
encontrei os teus…

talvez a nona maravilha!
Que pelas idas e vindas
tua paisagem me contemplou!

Talvez a nova sinfonia!
Que me deixou em sintonia
e a tua passagem me encontrou!

Há tantas saudades
que já engavetei…
… folha amareladas de cartas mal-seladas!

A felicidade eu já encontrei:
num coração que bate compassado ao meu!

Saudade do passado?
Já não me importam mais!
Me envelheceram…
me castigaram…
me atiram pedras…

(…)

o tempo é o senhor dos mistérios!
O que será revelado?
Não sei!
Apenas sei, que a felicidade eu encontrei
em você!

Casais: Um Lado Oculto na Cama!

Postado em 00 Livressílabos, Crônicas, Poemas, Poesia em 13 13UTC Junho 13UTC 2008 por Prof Gasparetto

(Photo by Alyasiyyah)

I

Quanto tempo faz que não mais nos beijamos,
que não mais planejamos,
que não mais nos buscamos?

Quanto tempo faz que não mais as orquídeas florescem,
que nada mais nos envaidece,
que nada mais pedimos em prece?

Quanto tempo faz que não mais nossos corpos se tocam,
que não mais o ciúme provocas,
que não mais nosso amor não evocas?

Quanto tempo faz que não mais passeamos na praia,
que não mais tuas danças ensaias,
que não mais em meu colo desmaias?

II
Quanto tempo faz que não mais precisamos de afeto,
que não mais nos sentimos completos,
que não mais recusamos o certo?

Quanto tempo faz que não mais imitamos casais,
que não mais temperamos os sais,
que não mais suportamos os ais?

Quanto tempo faz que não mais nos julgamos pecado,
que não mais nos deixamos de lado,
que não mais encontrei teus recados?

III
Quanto tempo faz que não mais impedi teus assédios,
que não mais me servi de remédios,
que não mais sustentei os meus tédios?

Quanto tempo faz que não mais proibi teus abusos,
que não mais me senti um intruso,
que não mais me tratastes de Muso?

Quanto tempo faz que não mais me beijastes a boca,
que não mais arrancastes a roupa,
que não mais me amavas tão louca?

Quanto tempo faz que não mais me mordestes o lábio,
que não mais revelamos aos sábios,
que não mais tu molhastes meus átrios?

IV
Quanto tempo faz que não mais te amei como antes,
que não mais lapidei diamantes,
que não mais fomos só dois amantes?

Quanto tempo faz que não mais nos dizemos “Bom Dia!”,
que não mais encontramos “Boa Tarde!”,
que não mais procuramos “Boa Noite!”?

Quanto tempo faz?

( Jun: 03, 2008 )

Espelhos Invertidos XII

Postado em Acróstico Clássico, Crônicas, Minhas Séries, Poemas, Poesia em 12 12UTC Junho 12UTC 2008 por Prof Gasparetto

XII – Orb Mezed! – (a pacificidade)

Dedicamos nossas guerras!
Entregamos nosso amar…
Zelamos pelos tesouros secretos,
E mesmo assim, estamos pobres?
Muitos dias se passaram…
Benditos os que sabem amar…
Refiro-me aos que ousam amar…
Ousamos mesmo que seja a última ousadia!

És o autoritarismo que fere a autoridade…
És a multa indevida que insulta a verba…
És o valor indefinido de cobrar…
És o epílogo político que desfaz o verbo…
És o desejo reciclável que nos constrange!
És a liberdade conclusiva…
Que marcou em mim
Uma nova página
Que exige tinta para continuar minha escrita…

(Mai: 28, 1987)